terça-feira, 27 de setembro de 2016

Moisés, o holofote de Deus.




"E, ali, esteve com o SENHOR quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras. Quando desceu do monte Sinai, tendo nas mãos as duas tábuas do Testemunho, sim, quando desceu do monte, não sabia Moisés que a pele de seu rosto resplandecia, depois de haver Deus falado com ele." (Êxodo 34.28-29) 


O Salmo 19, versículo 7, expressa uma verdade salutar:"A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma." E de fato, podemos concluir que Moisés passou tempo com Deus e, assim sendo, com a sua Palavra. Tendo prazer no SENHOR e em sua lei, a qual lhe estava sendo transmitida, o profeta viu-se dia-a-dia e noite-a-noite revigorado pelo poder divino.


Não bebera nem comera nada. Deleitava-se somente em Deus, no Altíssimo. Algo incrível, sobretudo pelo tempo despendido pelo profeta: 40 dias e noites! Que paralelo oportuno podemos fazer com as belas palavras de Jesus: "Não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus."(Mt 4.4; Dt 8.3)


Um milagre esplêndido àquele homem inseguro para a missão de libertar o povo do Egito. Agora, via-se alimentado da própria presença de Deus. Alimento? Alimento! Agora, a pele de Moisés estava resplandecente depois de tal período com o SENHOR.



Que alimento poderia colocar o brilho de Cristo nos corações dos cristãos, senão a própria presença de Cristo e de sua Palavra, produzindo igualmente quebrantamento em nossas almas? (pergunta retórica)                                (Gabriel Monteiro)

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