“O
SENHOR ia adiante deles, durante o dia, numa coluna de nuvem, para os guiar
pelo caminho; durante a noite, numa coluna de fogo, para os alumiar, a fim de
que caminhassem de dia e de noite. Nunca se apartou do povo a coluna de nuvem
durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite.” (Êx 13.21-22)
Às
proximidades do deserto o SENHOR, o Todo-Poderoso manifestava assim cuidado e
poder ao seu povo: no calor do dia na coluna de nuvem; na perceptível noite na
coluna de fogo.
O SENHOR soprara as águas e contornou seu
poder numa “coluna de ar” na qual os israelitas a seco passaram na saída do
Egito. Agora, seria o “guia do deserto”. O Deus do Novo Testamento, posto que é
um, manifestava seu amor ao seu povo nos tempos do Antigo Testamento sendo o
“guia da noite” e o “guia do dia”! Ora coluna de nuvem, ora de fogo. Que passagem interessante!
Ao
pensar na coluna de fogo, me lembro do Salmo 119.105: “Lâmpada para os meus pés
é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.” E ainda podemos lembrar do
conhecidíssimo Salmo 23 e de seu versículo 4: “Ainda que eu ande pelo vale da
sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo;...” O ensino
da importância da Palavra de Deus e da confiança/presença de Deus nas
calamidades do vale da sombra da morte...
Oh! Bíblia Santa! Que sejas para
mim a única luz. A minha lâmpada, a minha coluna de fogo! A manifestação do
próprio amor de Deus nas deleitosas leituras. Amém! (Gabriel Monteiro)
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