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segunda-feira, 30 de março de 2020

Covid-19, algumas perguntas e provocações



Olá meus queridos.

Como estão?

Nestas últimas semanas, qual o assunto do momento? É claro, sobre o Coronavírus, especialmente no Brasil. Vou compartilhar algumas percepções minha sobre a temática.

Mas, antes de começar, quero informar que este texto não segue uma exata sequência de início, desenvolvimento e conclusão, malgrado eu desenvolva argumentos nos tópicos seguintes. Por isso, sinta-se à vontade para ler os tópicos separadamente se quiser e na sequência que desejar. Apenas minhas conclusões devem ser lidas ao final, a fim de serem ajustados hermeneuticamente aos tópicos anteriores.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Mudanças no blog e novo blog?


Sem mais delongas, meus nobres colegas, hoje o assunto é sobre mudanças.

Como você pode perceber, este blog surgiu da vontade de compartilhar meus poemas e reflexões teológicas que tenho escrito. A finalidade simplesmente era comunicar, contatar, algo bem no estilo "blog". Desde a primeira postagem até hoje, muita coisa tem acontecido na minha vida e tenho sentido o desejo de conversar mais sobre temas práticos. 

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Nossa história - Vendendo tortas para o casamento

Até debaixo de chuva!!

Talvez alguns leitores não saibam, mas sou recém casado. É assim desde 6 de maio de 2017 e até então temos vivido muito bem, mesmo com as adaptações normais do início da vida conjugal. Hoje quero compartilhar um pouco de nossa experiência do ano passado. Queríamos nos casar rapidamente e, para tanto, não tínhamos recursos suficientes ($$) para a celebração. Vimos na internet casais vendendo doces, salgados (etc...)  para a mesmo finalidade de matrimônio. Foi daí que resolvemos também embarcar nessa e decidimos vender na alta temporada de praia. Começamos com água e sanduíches naturais... Mas o que vendeu mesmo foram  as tortas (de frango e palmito)!

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Minha experiência com a poesia evangélica

Olá! Hoje vou falar um pouco sobre minha experiência com a poemas e quando comecei a escrever poemas cristãos ou evangélicos.  Desde a pré-adolescência gostei da combinação dos fonemas das palavras e até mesmo dos trava-línguas.  - Frases que frequentes, frenadas são patentes... - (acabei de criar). Sei que às vezes pode parecer sem sentido, mas gosto da maneira como estes sonidos dançam... Coisas de quem escreve. 

No início de minha juventude, cursei Direito. Este período de estudo lapidou minha escrita e leitura, sobretudo no viés técnico e acadêmico. Após minha graduação, comecei a estudar Teologia e lidei com diferentes tipos de literatura (do Direito e da Teologia). 

domingo, 11 de dezembro de 2016

Dialogando com você (2) - Pequenas pancadas de chuva


Nos meus apreços por ti, meu caro leitor, sinto o desejo de compartilhar um pouco de mim.  Vejo que as colunas de estrofes podem enjoar, parecendo o desenho de um edifício! Veja, e na verdade você sabe: na vida nem tudo são edifícios! Há momentos que desejamos trajetórias lineares, sem muitos dispêndios e energias mentais.


É verdade que pela internet você poderia saber como o clima aqui está. Mas para preservar o encanto do mistério, lhe digo que hoje (Domingo) o dia levou pancadas! Pancadas leves de chuva! Não sei se os satélites aperceberam-se da pequena nuvem que passeava sobre as velhas telhas de minha casa. Sinceramente, creio que eles deixaram passar a pequena neblina que trouxe-me refrigérios!

Precisariam tempos e tempos de pequenos minutos de pequenas pancadas de chuva? (...)

Essas pancadas são doces! Certa contrariedade sem sublimidade...

Apenas simplicidade!

(Gabriel Monteiro)

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Dialogando com vocês


Acho interessante esse mundo globalizado! Hoje quero ser simples. A para os leitores abaixo do Trópico do Equador ou acima dele, nesta data dedico esse presente simplório. Qual é esse presente simplório? A menção de que agora é início de noite num país de clima tropical, numa cidade pacata. Aos queridos que estejam lendo entre muitas águas de distância, escrevo-lhes que acho impressionante esse texto aportar em seu país e visitar seu "país interior". Considero que seu "país interior" é o seu coração.

O leitor percebe que é a primeira vez que exprimo-me num estilo literário livre?

Pois bem, vejo também riqueza nisso. Não sei se o visitante a consegue enxergar... Espero que a consiga. Confesso que estas palavras mais se parecem como um desabafo reprimido. Também confesso que essas palavras poderiam ser um anseio de contar um grande segredo. Bem, supondo que ele exista, não poderei confessá-lo. Supondo que não, não há porque marcá-lo.


Meus queridos leitores... Vocês já passaram por dilemas em suas vidas?

Bem... Eu creio que sim. Nessa vida existem muitas encruzilhadas... Minha humanidade declara-se humana. E creio que vocês, também são. Talvez esse texto esteja nascendo e crescendo para lhe lembrar que você nasceu e está crescendo... Enquanto vou escrevendo tu consegues observar o crescimento dos parágráfos, a formação das frases e palavras. Mas em determinado momento deste meu presente, pararei de escrever e a vida que infundi neste texto não existirá mais. Se eu fosse fazer uma comparação simples, metáfora ou algo parecido, diria que este texto é o meu testemunho ou testamento para o senhores. Porque? Porque você saberá o que fiz no momento presente, mas não saberá o que farei assim que desligar este microcomputador.

Você poderia perguntar: Papo estranho! Tenha paciência... Continue lendo.

O testamento é um documento em que o testador formaliza o seu desejo de legar algo para seu herdeiro testamentário. Quando a vida deste texto terminar, eu desejarei compartilhá-lo com vocês. Darei um click na aba Publicar e ele estará disponível para quem quiser. Neste presente, digo que estará. Para vocês, já está.

Se houve alguém que já visitou mais de uma vez este blog, percebeu claramente que sou cristão. Gosto de pensar que somente estou escrevendo isso para vocês porque Deus me concedeu a oportunidade de viver. Logo, se eu infundo fôlego de vida nesse texto é porque Deus, o Criador, soprou fôlego de vida em minha carne. Assim, em última análise, posso concluir que esse texto só está existindo porque Deus está me permitindo viver.

Em última analise, tudo é porque Ele é muito bom! Mesmo nos momentos do chá com bolachas ou do café com leite e belas risadas, tudo é porque ele me salvou e me fez sua morada! Agora vejo que Ele é tudo para mim!

(Gabriel Monteiro)