"Do solo fez o SENHOR Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e também a arvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal." (Gênesis 2.9)
"Tomou, pois, o SENHOR Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. E o SENHOR Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás." (Gênesis 2.15-17)
"Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? Respondeu-lhe a mulher: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas no fruto da fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e sereis conhecedores do bem e dos mal." (Gênesis 3.1-5)
Penso um pouco sobre o versículo em questão (Gênesis 2.9). E, na linguagem que a Bíblia apresenta medito na obra do SENHOR no jardim do Éden. Confesso que nesta manhã, tal versículo em questão saltou-me aos olhos. O SENHOR proporcionou a Adão: 1) árvores agradáveis a vista e boas para alimento;
Também, o SENHOR colocou no jardim a árvore do conhecimento do bem e do mal, bem como a árvore da vida.
No versículo 16 do Capítulo 2, o SENHOR observou ao homem que este poderia comer livremente de toda árvore disponível no jardim, com exceção da árvore do conhecimento do bem e do mal. A narração continua e no capítulo 3, verso 1, a serpente (Satanás) inicia sua ardilosa sedução à mulher: "... É assim que Deus disse, não comereis de toda árvore do jardim?"
Satanás utilizou a própria palavra do SENHOR como instrumento contra Eva. Foi uma seta de cunho hermenêutico, a primeira tentação. Logo, a mulher respondeu e descreveu a proibição do SENHOR em comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Cap 3.2). Não sabemos ao certo qual foi a intenção de Satanás em lançar mão deste argumento. No entanto, afirmamos que não era boa. Penso que, porventura, o diabo poderia ter a intenção de ressaltar a primeira palavra de Deus ao homem ("De toda árvore do jardim comerás livremente"), omitindo-se intencionalmente de completar a continuação da palavra dita por Deus. A serpente salientou somente esta primeira parte e propositalmente não completou a continuação do preceito de Deus ("...mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás."). A mentira como ferramenta revelou-se notoriamente. Ou seja, uma argumentação que não condiz com a verdade e é contrário ao conteúdo do que Deus disse.
A resposta (rebate) de Eva foi satisfatoriamente bem-sucedida (Cap.3.3). A réplica do diabo foi mais incisiva e flagrante ("É certo que não morrereis." - Cap. 3.4) O fecho da argumentação diabólica está no versículo 5 ("Porque Deus sabe que no dia em que comerdes se vos abrirão os olhos e sereis conhecedores do bem e do mal.").
Do desfecho temos conhecimento: a queda do homem em pecado comendo do fruto proibido.
Ante o exposto, há algumas considerações para tecer:
a) Pode parecer estranho o que vou afirmar, mas é a pura realidade. O diabo toma a Bíblia para suas ciladas, tentando-nos, para logos após, rechaçá-la. Verificamos isto no relato bíblico inaugural da criação, nos primeiros capítulos. O tentador usou a palavra de Deus fora do contexto, um versículo isolado ("Não comereis de toda árvore do jardim?) A decorrência lógica, seria, caso Eva tivesse cedido à primeira argumentação maligna, acreditar que realmente poderia comer do fruto proibido. Ou mesmo ela poderia ter esquecido da proibição;
b) a segunda conclusão é que nem todo conhecimento desejável pode ser bom. Pelo contrário, pode gerar morte. É mais agradável aos nossos ouvidos a junção das palavras "não morrereis" se comparada a morrereis. Isso adverte-nos para uma conclusão bastante seria: nem sempre as palavras mais agradáveis são de Deus; elas podem estar provindo do diabo.
Lembremo-nos dos primeiros capítulos do livro de Provérbios, por exemplo, Capítulo 5, verso 3.4, onde fala-se de palavras doces, mas enganosas ("...porque os lábios da mulher adúltera destilam favos de mel, e suas palavras são mais suaves que do que o azeite; mas o fim dela é amargoso como o absinto, agudo, como a espada de dois gumes."
De modo semelhante, Cristo foi tentado no deserto pelo diabo. Leiamos a passagem bíblica que retrata o evento encontrada em Matheus, Capítulo 4:, versos 1 a 11: "A seguir foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas toda palavra que procede da boca de Deus. Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos teus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto. Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram."
Conquanto Jesus tivesse sofrido a tentação semelhantemente ao casal do Éden, por parte dele não houve queda em pecado. No caso de nosso Mestre Cristo, Satanás também utilizou a Palavra de Deus como recurso para induzir Jesus ao caminho do pecado. E, vejam, à primeira vista seus argumentos não mostram-se nefastos. Nas tentativas iniciais o tentador lançou duas premissas bíblicas como justificativa para a prática do pecado.
A investida inaugural centrou-se em salientar a premência em saciar a necessidade vital do organismo. Entretanto, Jesus observou que a importância de estar submisso e obediente ao Pai celeste e à sua Palavra e não cedeu à tentação diabólica, afirmando que não somente de pão viveremos mas de toda palavra que procede da boca de Deus.
A segunda "prova" (relatada) a Cristo ser submetido pontou a proteção de Deus sobre teus filhos (algo que, introdutoriamente, não parece ser maligno). Afinal de contas, Deus é bom e protege seus servos, não??? Contudo, o Messias afirmou o princípio bíblico ao diabo de que não devemos tentar ao SENHOR.
A última tentação descortinou a sutileza do diabo e revelou-se declaradamente mais incisiva. Foi oferecida adoração a ele e em troca Jesus teria todos os reinos do mundo. Cristo rebateu dizendo que unicamente Deus deve ser adorado.
Vale lembrar que é possível que Cristo tenha sido tentado pelo diabo por mais de três vezes, vez que o período de teste/prova foi durante 40 dias. Prossigamos...
Duas de três tentações malignas descritas utilizaram a Palavra do SENHOR. Cristo nas três "provas" defendeu-se pelas escrituras sagradas. Certo. Mas você poderia argumentar que foi Jesus que fora tentado, o Cristo perfeito, que tinha satisfatório conhecimento da Palavra do SENHOR, sem contar o fato de ser perfeito. Agora, como eu, mísero pecador, com tantos defeitos e pecados, me valerei de me defender de Satanás que por diversas vezes poderá usar a Bíblia como recurso para me incitar ao pecado? No combate de Bíblia versus Bíblia, como proceder?
Na realidade, quando o assunto envolve interpretação bíblica é importante que tenhamos bastante sobriedade, vez que o livro sobre o qual estaremos debruçando é a Bíblia, a Palavra de Deus. A dois posicionamentos que devemos possuir diante de um dilema de interpretação que envolva a palavra de Deus. E estes caminhos para compreensão das escrituras não é uma bifurcação, mas duas vias da mesma estrada que conduz à segurança doutrinária bíblica. É salutar que oremos pedindo compreensão da Bíblia, vez que ela é inspirada pelo Espírito Santo e dele precisamos ser iluminados; além disso é premente que tenhamos a labuta presente em nossos estudos bíblicos no intuito de procurar compreender os aspectos humanos envolvendo as escritura (contexto histórico, estudo do grego e hebraico etc). Cumpre observar que uma atitude não exclui a outra, pois, isto incorrendo teremos um academicismo árido de um lado, e do outro, uma interpretação de conclusões esdrúxulas sem qualquer fundamento bíblico (ou com um fundamento bíblico equivocado). Cristo unia as duas atitudes porque orava constantemente ao pai e pregava sempre aos seus ouvintes que se reportassem à lei e aos profetas, as escrituras.
É importante que analisemos sempre nosso coração diante de uma aplicação da Palavra de Deus em nossas vidas. Na linguagem do Direito, isso se chama aplicar a situação ao caso concreto. Dá-se o nome de hermenêutica jurídica e, na aplicabilidade da(s) lei(s) ao caso concreto quando há conflito de interesses entre distintos bens jurídicos é importante que se aplique a norma de modo que prevaleça o interesse distintivamente mais importante. Na seara do Direito Constitucional, há expressos e elencados diversos direitos dispostos no artigo 5º da Magna Carta como por exemplo, direito à liberdade privacidade e direito coletiva de não sofrer perturbações na madrugada. Diante de um problema envolvendo o som alto do morador de um bairro em horário inapropriado e o direito de usufruir a moradia sossegadamente (de todos os moradores do bairro), deve prevalecer o direito daquela pequena coletividade, diante do direito individual daquele cidadão de ouvir sua música.
Quando a ofensa envolve a Palavra de Deus, deve-se observar se determinada interpretação agride os atributos de Deus, sua majestade e soberania. Além destas diretrizes, é imprescindível que tenhamos atitude analítica para observar-nos internamente a fim de que identifiquemos qualquer ranço de orgulho em nossas interpretações. Nossa teologia deve coadunar-se à vontade do Criador e não à nossa. Por isso é fundamental que oremos pedindo misericórdia a Deus para o correto esclarecimento do Bíblia (dentro de nossas limitações humanos e de acordo com aquilo que o Senhor já revelou nas escrituras). Somado a isto, todo cuidado é pouco quando formos tentados pelo diabo com uma "seta hermenêutica", pois, para ocasião deveremos estar vigilantes quando o maligno se aproximar. Portanto, é salutar que recordemos das palavras de Jesus que alertou: "vigiai e orai".
Quando o tema envolve interpretação bíblica e aplicação das escrituras à nossa vida é necessário que tenhamos sobriedade e saibamos os princípios basilares que sustentam nossa fé em Cristo, na Palavra de Deus, na Bíblia. Sem estes pilares, será fácil que tornemo-nos iscas fáceis do tentador no momento da prova.
Outrossim, convém afirmar que a Bíblia é a defesa de si própria contra interpretações/aplicações de passagens bíblicas sem embasamentos suficientes e claros para identificá-los como doutrina sã de Cristo. Grandes seitas surgem por interpretações equivocadas de passagens bíblicas onde inobservaram-se os principais pilares que sustentam o credo e a fé judaico-cristã. Pessoalmente, considero que é uma batalha de estudos e oração, leitura e devoção. Uma luta diária, prática e constante de precisamos ter.
Que o Senhor nos mantenha vigilantes!
De modo semelhante, Cristo foi tentado no deserto pelo diabo. Leiamos a passagem bíblica que retrata o evento encontrada em Matheus, Capítulo 4:, versos 1 a 11: "A seguir foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães. Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas toda palavra que procede da boca de Deus. Então, o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos teus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto. Com isto, o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram."
Conquanto Jesus tivesse sofrido a tentação semelhantemente ao casal do Éden, por parte dele não houve queda em pecado. No caso de nosso Mestre Cristo, Satanás também utilizou a Palavra de Deus como recurso para induzir Jesus ao caminho do pecado. E, vejam, à primeira vista seus argumentos não mostram-se nefastos. Nas tentativas iniciais o tentador lançou duas premissas bíblicas como justificativa para a prática do pecado.
A investida inaugural centrou-se em salientar a premência em saciar a necessidade vital do organismo. Entretanto, Jesus observou que a importância de estar submisso e obediente ao Pai celeste e à sua Palavra e não cedeu à tentação diabólica, afirmando que não somente de pão viveremos mas de toda palavra que procede da boca de Deus.
A segunda "prova" (relatada) a Cristo ser submetido pontou a proteção de Deus sobre teus filhos (algo que, introdutoriamente, não parece ser maligno). Afinal de contas, Deus é bom e protege seus servos, não??? Contudo, o Messias afirmou o princípio bíblico ao diabo de que não devemos tentar ao SENHOR.
A última tentação descortinou a sutileza do diabo e revelou-se declaradamente mais incisiva. Foi oferecida adoração a ele e em troca Jesus teria todos os reinos do mundo. Cristo rebateu dizendo que unicamente Deus deve ser adorado.
Vale lembrar que é possível que Cristo tenha sido tentado pelo diabo por mais de três vezes, vez que o período de teste/prova foi durante 40 dias. Prossigamos...
Duas de três tentações malignas descritas utilizaram a Palavra do SENHOR. Cristo nas três "provas" defendeu-se pelas escrituras sagradas. Certo. Mas você poderia argumentar que foi Jesus que fora tentado, o Cristo perfeito, que tinha satisfatório conhecimento da Palavra do SENHOR, sem contar o fato de ser perfeito. Agora, como eu, mísero pecador, com tantos defeitos e pecados, me valerei de me defender de Satanás que por diversas vezes poderá usar a Bíblia como recurso para me incitar ao pecado? No combate de Bíblia versus Bíblia, como proceder?
Na realidade, quando o assunto envolve interpretação bíblica é importante que tenhamos bastante sobriedade, vez que o livro sobre o qual estaremos debruçando é a Bíblia, a Palavra de Deus. A dois posicionamentos que devemos possuir diante de um dilema de interpretação que envolva a palavra de Deus. E estes caminhos para compreensão das escrituras não é uma bifurcação, mas duas vias da mesma estrada que conduz à segurança doutrinária bíblica. É salutar que oremos pedindo compreensão da Bíblia, vez que ela é inspirada pelo Espírito Santo e dele precisamos ser iluminados; além disso é premente que tenhamos a labuta presente em nossos estudos bíblicos no intuito de procurar compreender os aspectos humanos envolvendo as escritura (contexto histórico, estudo do grego e hebraico etc). Cumpre observar que uma atitude não exclui a outra, pois, isto incorrendo teremos um academicismo árido de um lado, e do outro, uma interpretação de conclusões esdrúxulas sem qualquer fundamento bíblico (ou com um fundamento bíblico equivocado). Cristo unia as duas atitudes porque orava constantemente ao pai e pregava sempre aos seus ouvintes que se reportassem à lei e aos profetas, as escrituras.
É importante que analisemos sempre nosso coração diante de uma aplicação da Palavra de Deus em nossas vidas. Na linguagem do Direito, isso se chama aplicar a situação ao caso concreto. Dá-se o nome de hermenêutica jurídica e, na aplicabilidade da(s) lei(s) ao caso concreto quando há conflito de interesses entre distintos bens jurídicos é importante que se aplique a norma de modo que prevaleça o interesse distintivamente mais importante. Na seara do Direito Constitucional, há expressos e elencados diversos direitos dispostos no artigo 5º da Magna Carta como por exemplo, direito à liberdade privacidade e direito coletiva de não sofrer perturbações na madrugada. Diante de um problema envolvendo o som alto do morador de um bairro em horário inapropriado e o direito de usufruir a moradia sossegadamente (de todos os moradores do bairro), deve prevalecer o direito daquela pequena coletividade, diante do direito individual daquele cidadão de ouvir sua música.
Quando a ofensa envolve a Palavra de Deus, deve-se observar se determinada interpretação agride os atributos de Deus, sua majestade e soberania. Além destas diretrizes, é imprescindível que tenhamos atitude analítica para observar-nos internamente a fim de que identifiquemos qualquer ranço de orgulho em nossas interpretações. Nossa teologia deve coadunar-se à vontade do Criador e não à nossa. Por isso é fundamental que oremos pedindo misericórdia a Deus para o correto esclarecimento do Bíblia (dentro de nossas limitações humanos e de acordo com aquilo que o Senhor já revelou nas escrituras). Somado a isto, todo cuidado é pouco quando formos tentados pelo diabo com uma "seta hermenêutica", pois, para ocasião deveremos estar vigilantes quando o maligno se aproximar. Portanto, é salutar que recordemos das palavras de Jesus que alertou: "vigiai e orai".
Quando o tema envolve interpretação bíblica e aplicação das escrituras à nossa vida é necessário que tenhamos sobriedade e saibamos os princípios basilares que sustentam nossa fé em Cristo, na Palavra de Deus, na Bíblia. Sem estes pilares, será fácil que tornemo-nos iscas fáceis do tentador no momento da prova.
Outrossim, convém afirmar que a Bíblia é a defesa de si própria contra interpretações/aplicações de passagens bíblicas sem embasamentos suficientes e claros para identificá-los como doutrina sã de Cristo. Grandes seitas surgem por interpretações equivocadas de passagens bíblicas onde inobservaram-se os principais pilares que sustentam o credo e a fé judaico-cristã. Pessoalmente, considero que é uma batalha de estudos e oração, leitura e devoção. Uma luta diária, prática e constante de precisamos ter.
Que o Senhor nos mantenha vigilantes!

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