A MINHA LEMBRANÇA DA DOCE RELIGIÃO
Doces penas, agradáveis fardos.
Nada melhor para minha mente,
que doce religião, que linda visão!
Observo horizontes longes...
Ao longe...
Bem de perto, considero, pondero e me julgo:
Quero ser escravo involuntário da liberdade
de
amargas vontades, de escusas visões,
de embassados pores-de-sol?
(Gabriel Monteiro)
02 12 23

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