domingo, 21 de outubro de 2018

Deixe assim...



- Não, pode não.
Encerre a murmuração.

- Sim, deixe sim!
Dizer como? Fim qualquer na minha estação
 é dizer não ter fim.
Ratificação!


Não, isso não!
De conceito, mas sem preceitos!
Há efeito? Sem amor... Não!

Sim, deixar assim
com amor e perdão
 é o núcleo do amor de Cristo!
Na cruz há redenção!

Por isso irmão...

- Sim, mesmo sim!
Como dizer? Sem qualquer fim...

Assim, a pergunta vem de canção:
o que fazer? Conselho de irmão: confie Nele, Perfeito e Repleto!

Dias há, querido irmão
que parece no "quieto"
estar tão bem perto!

E nestes elos gerados do céu
sinto-me predileto, sabendo mesmo certo
(bem de longe)
não merecer tanto afeto!

No "sim" do céu
recebo coragem para o "não" ao mundo!

E neste rumo, tomar prumo para viver margeando
as ilusões deficitárias,
sonhos de medalha
ou qualquer outra tralha!

Caminho e sinto ser Ele que:

me sustenta, me protege e mesmo me desconstrói
Bem-aventurando-me como pobre de espírito!
Porque enfim, estou Dele à mercê!
E sem Ele: sou o que?

Minha vida parece
dentro de mim
às vezes não, e nas vezes do sim
tempestade e procela.

Mas, a conclusão de minha finitude
repousa nos braços daquela Infinitude,
no sustento de meu Deus!

E irmão...
Ademais, existe algo mais?
Já diria bem de engate
citando Eclesiastes:
Nada de novo... nada de novo.
E se porventura algo publicita novidade,
nada é, po é, pois é, na verdade!

Neste fim, finalidade
dou meus passos aspirando fervente espiritualidade!
Desejo nesta idade
comunicar para várias "idades"
a desejosa Verdade!
Da Maravilhosa Verdade do Senhor Deus,
o da Bíblia, a Única na Realidade!

Assim, deixe sim
levar-se assim:
bem tranquilo na companhia do Amigo,
o Santo Consolador,

o Santo Espírito!

(Gabriel Monteiro)

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